segunda-feira, 4 de abril de 2016

Lido com tantos algoritmos de sentenças
Almejando que reapareçam presenças
Colidindo em visões puramente irracionais
Das mais dinâmicas imagens ficcionais  

Pessoas passam suspensas em seus ensejos
Parando na atração que exercem seus desejos
Exauridas permanecem repetindo seus afazeres
E sem tempo continuam abdicando dos prazeres

Mas é que perdidas vão inconscientemente
Poder gozar da mais concreta irrelevância
Em relação ao comportamento insistente
De se manterem na mais completa ignorância

Quantos desejos transbordam felicidade
Ao prazer de realizar a própria imaginação
Em deixar sentir a pérola da legitimidade
Emergir o motivo de nova contemplação

Nenhum comentário:

Postar um comentário