Na mansidão de um fim de tarde
As crianças brincam no pátio
Pousa uma fresca brisa nos meus ombros
Há um salutar da natureza que convoca
Seja uma criança
No sopesar de uma lembrança
Humildemente no campo ameno
Ouço uma cigarra solfejando
Um mundo imaginário borra meus olhos
Alfajores de alegria atrás do vidro
E eu sou só mais um sem namorada
Ouço como os ventos se remoem
Sussurrando confissões de vaidade
Confiantes do seu contentamento
Enquanto minhas ruínas torpemente
Se corroem vendo o povo de andrajos
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